No imbróglio em que mergulha cada vez mais o PSDB, surgiu até uma estudiosa de partidos brasileiros, a professora norte-americana Frances Hagopian, que veio dar conselhos aos tucanos. Num dos ninhos deles, o Centro Ruth Cardoso (falecida 1ª dama, mulher do ex-presidente FHC), a professora ensinou o óbvio: que o PSDB tem que ser de centro-direita.
Botou o dedo numa ferida dos tucanos. A questão é exatamente essa, é que o tucanato, faz tempo, é de centro-direita. Às vezes, até de direita. Como foi seu candidato ao Planalto José Serra na campanha eleitoral presidencial do ano passado. Mas, não assumem.
Rápido na volta foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Ela disse a verdade. Não foi provocação", apoiou o ex-presidente ao analisar a palestra da professora norte-americana "conselheira dos tucanos".
Já fazem coalizões de centro-direita, mas publicamente renegam
Mas, o problema é outro. São as políticas da coalizão de centro-direita que o PSDB fez e com a qual governou oito anos e fracassou. Esse é o problema. Mais grave, o partido ainda não foi capaz de se reformular e redefinir suas alianças. Está, particularmente, atado a duas, com o DEM e o PPS - uma, a primeira, em estado terminal; a outra, a segunda, sem peso nenhum, quase um satélite.
Daí todo o esforço deles, via mídia, no ano passado, para romper a aliança PT-PMDB. De novo, agora, via denúncias de corrupção, perseguem o mesmo objetivo. Só que, enquanto isso, nos Estados o PSDB se alia a esses mesmos partidos, com a mídia escondendo as denúncias de corrupção em seus governos.
Basta ver a quase nenhuma repercussão das denúncias dos deputados estaduais paulistas Bruno Covas (PSDB) e Roque Barbiere (PTB) sobre a compra de apoio de deputados via emendas dirigidas e cobranças de propina.
Tudo feito com conhecimento do governo tucano do Estado, conforme adianta hoje o deputado Barbiere, ao reafirmar que comunicou a prática de cerca de 30% dos deputados estaduais paulistas da base do governo estadual de comprar e vender emendas parlamentares a empreiteiras, prefeituras...
Botou o dedo numa ferida dos tucanos. A questão é exatamente essa, é que o tucanato, faz tempo, é de centro-direita. Às vezes, até de direita. Como foi seu candidato ao Planalto José Serra na campanha eleitoral presidencial do ano passado. Mas, não assumem.
Rápido na volta foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Ela disse a verdade. Não foi provocação", apoiou o ex-presidente ao analisar a palestra da professora norte-americana "conselheira dos tucanos".
Já fazem coalizões de centro-direita, mas publicamente renegam
Mas, o problema é outro. São as políticas da coalizão de centro-direita que o PSDB fez e com a qual governou oito anos e fracassou. Esse é o problema. Mais grave, o partido ainda não foi capaz de se reformular e redefinir suas alianças. Está, particularmente, atado a duas, com o DEM e o PPS - uma, a primeira, em estado terminal; a outra, a segunda, sem peso nenhum, quase um satélite.
Daí todo o esforço deles, via mídia, no ano passado, para romper a aliança PT-PMDB. De novo, agora, via denúncias de corrupção, perseguem o mesmo objetivo. Só que, enquanto isso, nos Estados o PSDB se alia a esses mesmos partidos, com a mídia escondendo as denúncias de corrupção em seus governos.
Basta ver a quase nenhuma repercussão das denúncias dos deputados estaduais paulistas Bruno Covas (PSDB) e Roque Barbiere (PTB) sobre a compra de apoio de deputados via emendas dirigidas e cobranças de propina.
Tudo feito com conhecimento do governo tucano do Estado, conforme adianta hoje o deputado Barbiere, ao reafirmar que comunicou a prática de cerca de 30% dos deputados estaduais paulistas da base do governo estadual de comprar e vender emendas parlamentares a empreiteiras, prefeituras...
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